Saneamento – Uma questão de saúde

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  • Postado em 2 de junho, 2016


    Foto Sandro Stroiek

    Os governos Federal, estaduais e municipais têm em suas agendas o desafio de implantação dos serviços de saneamento. Na Casa Rio, maior programa de desenvolvimento de negócios do país, o tema foi destaque no evento de Infraestrutura. O presidente da Foz Águas 5, Sandro Stroiek, foi um dos debatedores do painel que tratou das oportunidades de investimento em infraestrutura pós Jogos Rio 2016 com foco em saneamento, iluminação e mobilidade.

    Para Sandro Stroiek, saneamento é a bola da vez na política pública de infraestrutura do Brasil. “As obras de instalação de uma rede de saneamento tem alto índice de geração de emprego e renda”, argumenta Stroiek.

    Outro ponto que, na visão do presidente da Foz Águas, é positivamente impactado pela instalação de redes de saneamento é a crise hídrica que o país vem sofrendo desde 2014. Ele explica que o saneamento impacta a questão ambiental de escassez e melhoria da qualidade dos recursos hídricos, formalizando a rede de esgoto e evitando o despejo de dejetos não tratados diretamente nos rios, lagoas, praias e baías. “Isso tem impacto direto na saúde. Por tudo isso, o saneamento básico tem que ser considerado política de Estado”, conclui Stroiek.

    Rio de Janeiro tem a maior concessão de saneamento básico do país

    A cidade do Rio de Janeiro investiu pesado na Zona Oeste, mais especificamente, na Área de Planejamento 5 (AP5),  território correspondente à metade da área da cidade do Rio de Janeiro e que concentra cerca de 30% da sua população, contemplando os bairros de Bangu, Barra de Guaratiba, Campo Grande, Campo dos Afonsos, Cosmos, Deodoro, Gericinó, Guaratiba, Inhoaíba, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Paciência, Padre Miguel, Pedra de Guaratiba, Realengo, Santa Cruz, Santíssimo, Senador Camará, Senador Vasconcelos, Sepetiba e Vila Militar.

    Com área maior do que várias capitais brasileiras, a AP5 que tem investimentos na ordem de 2,4 bilhões, a maior concessão em saneamento básico no país, com previsão de atingir 90% de cobertura em 25 anos. Ao todo serão instalados cerca de 2.000 km de rede.



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