Primeiro medicamento biossimilar da América Latina é desenvolvido no Rio de Janeiro

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  • Postado em 9 de dezembro, 2015


    biopharma

    O Rio de Janeiro comemora o desenvolvimento do primeiro medicamento biossimilar da América Latina. Desenvolvido pela Eurofarma, o Fiprima (filgrastim) é fundamental para os pacientes submetidos a tratamentos quimioterápicos e que acabam por apresentar uma contagem muito baixa dos neutrófilos,  glóbulos brancos que ajudam no combate às infecções. Em todo o mundo existem apenas 20 biossimilares registrados, incluindo o produto brasileiro, considerados por especialistas uma nova fronteira para a indústria farmacêutica global.

    O Fiprima será produzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio de um acordo de transferência de tecnologia, e distribuído gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Com produção própria, o Ministério da Saúde pretende economizar cerca de R$ 9,3 milhões em cinco anos. O medicamento, aprovado há pouco mais de um mês pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), deve chegar ao mercado no ano que vêm. O desenvolvimento do biossimilar brasileiro foi resultado de 10 anos de pesquisas e R$ 12 milhões em financiamento.



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