O drama do Palace 2

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  • Postado em 27 de janeiro, 2012


    O Rio de Janeiro já foi cenário de outros trágicos desabamentos e casos de explosão. Em 22 de fevereiro de 1998, os 22 andares do Edifício Palace 2, localizado na Barra da Tijuca, desabaram parcialmente, causando a morte de oito pessoas e deixando 150 famílias desabrigadas. Seis dias após o desabamento, o prédio, que ficava em um bairro de classe média alta, na Zona Oeste do Rio, teve de ser implodido. Uma semana após o acidente, a perícia comprovou que as obras do prédio foram mal executadas pela empreiteira do empresário e ex-deputado Sérgio Naya, que usou material barato e de baixa qualidade. Naya morreu em 20 de fevereiro de 2009 devido a um infarto agudo do miocárdio.

    Em outubro de 2010, o desabamento de um edifício na Rua Laura de Araújo, na Cidade Nova, Centro do Rio, matou quatro pessoas. Na época, a Defesa Civil afirmou que a construção apresentava rachaduras e que o prédio poderia ter sofrido alguma alteração na estrutura, sem que a prefeitura fosse informada.

    Em 13 de outubro do ano passado, um vazamento de gás causou uma explosão no restaurante Filé Carioca, que ficava no térreo do Edifício Riqueza, na Praça Tiradentes, próximo aos prédios que desmoronaram na noite de quarta-feira. Três pessoas morreram na hora e uma outra, seis dias depois. Outro problema enfrentado entre o fim de 2010 e setembro de 2011 foram explosões em bueiros. No período, houve o registro de 27 incidentes, com 13 feridos.

    Correio Braziliense/AC



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