GE planeja aporte de R$ 300 milhões para Rio 2016

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  • Postado em 29 de abril, 2015


    A assinatura do patrocínio da GE para os Jogos Paralímpicos do Rio de Janeiro é o último passo da parceria entre a gigante do setor elétrico e o Comitê Olímpico Internacional (COI). A companhia norte-americana pretende investir R$ 300 milhões em cerca de 50 projetos de infraestrutura e tecnologia, todos com foco na Olimpíada.

    “Os projetos já desenvolvidos ou contratados para a cidade do Rio e que serão aplicados durante os Jogos Olímpicos envolvem tecnologias avançadas para equipamentos médicos, geração e segurança energética, tratamento e reuso de água, e iluminação ecoeficiente”, disse o executivo-chefe da GE para a América Latina, Reinaldo Garcia, que ainda tem plano para outros 50 projetos.

    Uma das responsabilidades da GE será garantir o fornecimento de energia para o International Broadcast Center, o centro de mídia na Barra da Tijuca que abrigará as equipes de televisão que transmitirão as competições em 2016.

    Apesar de estar relacionado aos Jogos, o investimento da GE não é realizado em parceria com a prefeitura do Rio, mas diretamente com as empresas responsáveis pela área. De acordo com Reinaldo Garcia, a empresa também fará “geração de energia a partir de turbinas movidas a gás natural visando suprir o aumento na demanda por energia elétrica com a chegada esperada de mais de meio milhão de turistas à capital fluminense”.

    A GE se transformou em uma das principais empresas parceiras da Prefeitura do Rio após a construção de um centro de pesquisas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O prefeito Eduardo Paes gosta de afirmar que o local será uma das referências em tecnologia e servirá como o início para um novo tipo de economia na capital fluminense.

    Desde 2011, um time de pouco mais de dez executivos trabalha em projetos para a cidade, parte já usados durante a Copa do Mundo, no ano passado, e na sede do Comitê Rio 2016, onde a tecnologia usada permitirá uma economia de cerca de R$ 1 milhão no consumo de energia durante os quatro anos de operação.

    Fonte: Valor Econômico