Centro de pesquisa atraído pela Rio Negócios tem primeira patente aprovada

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  • Postado em 25 de junho, 2015


    Mais 10 patentes já estão em processo de aprovação

    A Rio Negócios comemora a aprovação da primeira patente para a indústria bioenergética desenvolvida no Centro de Pesquisa Global da GE no Rio de Janeiro. O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) aprovou o primeiro pedido de patente da GE para uma solução que reduz o custo da produção do etanol de segunda geração (etanol celulósico), permitindo que que a indústria recupere mais de 25% do total de enzimas usadas no processo. O pedido foi aprovado após um tempo recorde de análise no INPI, 18 meses.

    Para receber o Centro de Pesquisa Global da GE, um investimento de US$ 500 milhões, o Rio de Janeiro competiu com mais de 160 concorrentes e foi reconhecida como a cidade com o ambiente mais propício para a sua instalação. Em 2010, a Rio Negócios construiu e trabalhou a candidatura do Rio, atraiu o investimento, apoiou todo o processo de licenças e conectou a empresa aos principais stakeholders e decisores, facilitando o início do trabalho do primeiro grupo de pesquisadores mesmo antes da inauguração da sede do Centro de Pesquisa, no Parque Tecnológico do Fundão, no ano passado. Além disso a agência atuou no desenvolvimento do cluster de P&D na região, com a atração de outras empresas como a EMC, Siemens, BG e L’Oreal para ficarem ao lado da GE.

    “Nunca tivemos dúvidas do valor que o Centro de Pesquisa da GE geraria ao país. Além dessa primeira patente, os pesquisadores aguardam a aprovação de mais 10. O desenvolvimento de patentes que atendam aos desafios do setor de Energia é fundamental para fortalecer um dos mais fortes vetores de desenvolvimento de um país”, declarou Marcelo Haddad, presidente da Rio Negócios.

    O projeto foi desenvolvido numa colaboração entre pesquisadores brasileiros e a matriz do Centro em Niskayuna, em Nova York.  A ideia é atender a demanda local e usar as tecnologias da GE para apoiar o desenvolvimento do País e de toda a região em diversos setores estratégicos. “Essa conquista é fruto da primeira requisição de patente sustentável feita pela GE no Brasil. Dentro das condições oferecidas pelo País, o nosso Centro de Pesquisas busca desenvolver tecnologias com foco nos desafios do mercado nacional e trabalha para depositar pedidos de patente localmente. Essa nova solução poderá ser aplicada também em outros países, de acordo com necessidades e realidades específicas, o que tornará o Brasil exportador de inovação”, destaca Suzana Domingues, líder da área de Sistemas de Bioenergia do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil. 

    O Centro de Pesquisas Global da GE é a quinta unidade fora dos Estados Unidos, a primeira na América Latina e a mais importante para a empresa no segmento de petróleo. Essa unidade permite que a GE inove localmente, do Rio de Janeiro para clientes na América Latina e exporte essas inovações para diversos mercados estratégicos no mundo.



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