Cartas

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  • Postado em 21 de janeiro, 2012


    A virada do PanAmericano Mais um passo ambicioso de André Esteves em sua estratégia de colocar o PanAmericano entre os dez maiores bancos do Brasil. Façam suas apostas. Guilherme Rodrigues São Paulo – SP

    Construção fast-food A construtora está de parabéns, pois está consciente da necessidade de proteção ao meio ambiente. Falar e fazer sustentabilidade 100% é muito difícil. Imagine o mínimo de resíduos de construção civil que essa empresa gerou. Com certeza, foi o mínimo dos mínimos. A natureza agradece. Alessandra Soares Três Lagoas -MS

    O sócio alemão de Eike Eike Batista só investe em negócios que envolvem concessões governamentais e sempre com estrangeiros. Vá produzir automóveis, computadores e remédios para sentir o peso da concorrência. José Carlos de Souza Poá-SP

    Somente quem não conheceu o pai de Eike, Eliezer Batista, e sua atuação na área de energia elétrica para escrever asneiras sobre esse ilustre brasileiro. “Fazer o máximo, o melhor, no menor tempo e com o mínimo de gastos possíveis”. Esta é a receita de sucesso em qualquer setor de atividade. Romeu Henrique Ferreira Alfenas SP Quando o cara não era tão rico, todos o chamavam de Eike. Agora, para ficar mais chique e descaracterizar o Brasil, chamam o cara de “Aike”. Marcos Fernandes Guararapes SP

    Por que não exportamos mais manufaturados? No fim dos anos 1970, o Brasil tinha nos produtos manufaturados a maior parte absoluta das exportações. Os governos que se diziam democráticos só fizeram politicagem e o Brasil voltou no tempo e se tornou fornecedor preferencial de commodities. Mauro Silva Rio de Janeiro R J

    Defesa bilionária Eujá vi essa história antes. Monta um projeto bilionário de defesa da Amazônia e das fronteiras, chama a imprensa para anunciar, fecha parcerias com empresas internacionais e no final não dá em nada. Um exemplo é o Sivam (Sistema de Vigilância da Amazônia), que, de fato, nunca saiu do papel. Elisana Tavares Uberlândia MG

    O Brasil está caminhando, apesar de alguns problemas históricos que persistem. Precisou um operário tirar o País da letargia. Antonio Augusto Vedoveli SãoCarlos-SP

    É preciso ficar de olhos bem abertos, pois esse projeto, que demorou muito para ser executado, envolve bilhões de reais. E, como se sabe, há corruptos que, sentindo o cheiro do dinheiro, tratam de mexer seus pauzinhos para contemplar empresas mediante algumas malas de dinheiro. Silas Vieira São Caetano do Sul SP

    Quem controla as armas e munições são as empresas que as produzem. Dessa forma, não existe segurança. E o mesmo que colocar uma tranca e deixar a chave com os outros. Armas e munições, ou o Estado as faz, ou estará fadado a ficar na mão daqueles que as fazem. Cesar Valle Brasília-DF

    10 perguntas para Eduardo Paes, prefeito do Rio de Janeiro O Rio de Janeiro mereceu e precisava sediar esses dois importantes eventos. Mas acredito que a cidade e os cariocas demandam por saneamento de outras necessidades, muito mais urgentes como emprego, segurança, saúde, educação, transporte e moradia. Francisco Lira São Paulo SP

    Na trilha da Kodak Quem diria que a todo-poderosa Kodak não conseguiria acompanhar a evolução tecnológica e digital. Fizeram uma divisão em dois setores: um para os varejistas em geral e outro para os profissionais da fotografia. E a iminente falência. Wagner Teixeira Brasília DF

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    para esta seção, com endereço, RG e telefone, devem ser remetidas para: Diretor de Redação, DINHElRO, Rua William Speers,1.088, Lapa, São Paulo, CEP 05067-900. Fax: (011) 3618-4109. Intemet: Acesse o site www.istoedinheiro.com. br ou envie mensagem para faleconosco@istoedinheiro.com.br. As cartas poderão ser editadas em razão de seu tamanho ou incompreensão.

    Revista IstoÉ Dinheiro/AC