Caixa, minério e cimento são prioridades da Votorantim

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  • Postado em 18 de janeiro, 2012


    Ivo Ribeiro

    Têm destino certo os R$ 2,4 bilhões que o grupo Votorantim recebeu ontem pela venda de sua participação na Usiminas à Techint, empresa argentina controlada por uma família de origem italiana. Uma das prioridades da Votorantim é reforçar o capital – a liquidez do caixa disponível do grupo passa a R$ 11,5 bilhões. A outra são os investimentos em cimento, mineração e na conclusão de projetos cujo andamento foi prejudicado pelo início da crise financeira internacional, em 2008. Na área de mineração, a Votorantim pretende acelerar a retomada do projeto de exploração de bauxita (minério de alumínio) em Paragominas, no Pará. No Peru e na Colômbia, por meio de sua controlada Milpo, tem vários projetos de cobre, zinco e prata.

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    A explicação para a decisão da Votorantim de vender a participação na Usiminas é simples, segundo Raul Calfat, diretor-presidente da Votorantim Industrial (VID), holding que controla as atividades industriais do grupo. Nosso investimento em Usiminas estava fora dos negócios principais do grupo e o preço oferecido foi irresistível, disse.

    Página B1

    Valor Econômico/AC



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